responsável por adotar disposições técnicas contra cópias ilícitas e pirataria de programas transmitidos pela televisão digital.
O sistema contra cópias deve introduzir restrições que não permitirão, por exemplo, que o telespectador grave em casa um programa para assistir depois. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) é contra esse sistema. A coordenadora do instituto, Marilena Lazzarini, afirma que o sistema contra cópias pode prejudicar a convergência de mídias ao impedir que o sinal da TV digital seja exibido em outros aparelhos, como computador ou celular.
Foram convidados para debater o assunto:
- o ministro da Cultura, Gilberto Gil;
- o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slaviero;
- a coordenadora-executiva do Idec, Marilena Lazzarini;
- o presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre, Roberto Franco;
- o presidente da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra), João Carlos Saad;
- o diretor antipirataria para a América Latina da Motion Picture Association, Márcio Gonçalves;
- o coordenador do Coletivo Brasil de Comunicação Social (Intervozes), Diogo Moysés;
- o representante do terceiro setor no Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) Gustavo Gindre;
- o professor de ciência da computação da Universidade de Brasília (UnB) Pedro Rezende;
- o professor da escola de direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ronaldo Lemos;
- o professor da Faculdade Cásper Líbero, Sérgio Amadeu da Silveira.
A audiência está marcada para as 14h30, no plenário 13.
Da Redação/ND
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