Sites de órgãos pró direitos humanos, como a Anistia Internacional e o Human Rights Watch, ainda estavam bloqueados, segundo jornalistas.
Jornalistas que se conectaram à internet pelo Centro de Mídia Internacional em Pequim, estrutura oficial para a imprensa que cobrirá as Olimpíadas, reportaram que apesar das promessas de abertura, a China ainda está bloqueando o acesso a alguns sites.
Pequim - Sites de órgãos pró direitos humanos, como a Anistia Internacional e o Human Rights Watch, ainda estavam bloqueados, segundo Jonathan Watts, presidente do Clube de Correspondentes Internacionais na China e enviado do jornal britânico The Guardian ao país.
“Infelizmente esta é um experiência comum para jornalistas estrangeiros e outros usuários de internet na China”, ele enfatizou.
Outro repórter, que preferiu ficar anônimo, confirmou que estes sites estavam bloqueados, assim como o as versões em chinês de Voice of America e British Broadcasting Corp., além do jornal de Hong Kong Apple Daily.
A China anunciou novas regras para repórter estrangeiros em 1º de janeiro de 2007, com o objetivo de garantir um clima de liberdade de imprensa até a Olimpíada, que começa no dia 8 de agosto, mas desde então foram registrados 259 incidentes de interferência em reportagens de correspondentes na China.
Porta-vozes da administração pública não foram localizados para comentar a questão.
Steven Schwankert, editor do IDG News Service, da China